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ronan-erudon-canaban:

elesissieghart:

ronan-erudon-canaban:

Continuou a caminho da cozinha. Além da ressaca agora também sentia o calor fora do comum que não o ajudava nem um pouco. Encontrou, então, a ruiva saciando-se.

-O-oi Elesis. -Levantou uma mão, tentando cumprimenta-la. Em seguida, foi até próximo dela, na esperança de conseguir também um copo de água fresca.

Levantou o olhar do copo de água, focando-o no azulado que acabara de chegar. Pela cara aparentava estar passando por alguns maus bocados…

Certeza que é ressaca.

Concluiu mentalmente e avançou um passo para perto do rapaz, abrindo um sorriso enorme. - E aí azulzinho! - Falou em um tom de voz razoavelmente alto e animado, dando-lhe tapinhas na cabeça. Não era mais alta que o azulado, pelo contrário, era bem mais baixinha se comparada com o arcano, mas ainda assim alcançava o topo da cabeça dele. - Como anda por esse dia maravilhosamente agradável e fresco?

UM DIA COM IFRIT SOLTO NUNCA VAI SER AGRADÁVEL AQUI NO QG!

Levou um leve susto pela rápida aproximação dela. Percebera o imenso sorriso que carregava no rosto. Que sorriso mais lindo… quem me dera poder vê-lo todos os dias… mas ela geralmente parece que esquece ele no quarto. Pensou. Ao ouvir o animado cumprimento da ruiva, queria estar usando tampões. Por que ela parecia fazer isso de propósito as vezes? Fechou um dos olhos até perceber a mão em sua cabeça.

Oh minhas deusas. Por que justamente hoje ela esta de bom humor? …  Talvez eu devesse tentar acompanhar ela. É difícil vê-la tão bem assim… Bom, eu vou ter outros dias próximos pra ficar mal-humorado…

Ajeitou a postura, fechou os olhos, colocou um sorriso no rosto e tentou fingir que estava se recompondo. -Esta tudo ótimo. Apenas vim pegar um pouco de água por causa do calor. -Retribuiu os tapinhas da mesma maneira, só que passando a mão no topo da cabeça dela em seguida.

EU NÃO SOU UM PET!

Manteve o sorriso a duras penas ao ter a cabeça acariciada como se fosse algum pet, mas valia a pena, afinal, ressaca e barulho eram coisas caóticas se unidas. - Água? Estava pensando em fazer algo como uma vitamina, um suco natural, sabe? Bem melhor que ficar comendo coisas instantâneas ou alguma gororoba estranha de algum dia anterior. - Comentou, mantendo-se com o sorriso e calma. Claro, por dentro dava altas gargalhadas, mas não deixaria transparecer. - Hoje está um dia realmente quente…

ronan-erudon-canaban:

elesissieghart:

ronan-erudon-canaban:

Levantou-se da cama ainda com um pouco de dor de cabeça. Tinha os olhos semi-cerrados para que pouca luz os adentrasse e piorasse sua situação. Caminhou quase se arrastando até o corredor, pensando em descer para tomar um pouco de água. A ressaca estava sendo amarga, embora não fosse nem de longe a pior de sua vida. Não sentia muita fome, mas a sede já era grande. Ronan caminhava se apoiando na parede.

Droga de dor de cabeça…

Depois de procrastinar no quarto e enrolar horrores pra tirar a maquiagem, a ruiva finalmente foi pro banheiro com uma muda de roupas; tinha alguns planos do que fazer naqueles dias insuportáveis e quentes.

Porque a Arme decidiu deixar Ifrit livre e transformar Vermécia no Desfiladeiro Incandescente. 눈_눈

Rosnou e desceu as escadas do segundo andar, avançando a passos preguiçosos até a cozinha, onde pegou um copo de água e bebeu-o com calma, procurando aproveitar mais daquela água geladinha.

Continuou a caminho da cozinha. Além da ressaca agora também sentia o calor fora do comum que não o ajudava nem um pouco. Encontrou, então, a ruiva saciando-se.

-O-oi Elesis. -Levantou uma mão, tentando cumprimenta-la. Em seguida, foi até próximo dela, na esperança de conseguir também um copo de água fresca.

Levantou o olhar do copo de água, focando-o no azulado que acabara de chegar. Pela cara aparentava estar passando por alguns maus bocados…

Certeza que é ressaca.

Concluiu mentalmente e avançou um passo para perto do rapaz, abrindo um sorriso enorme. - E aí azulzinho! - Falou em um tom de voz razoavelmente alto e animado, dando-lhe tapinhas na cabeça. Não era mais alta que o azulado, pelo contrário, era bem mais baixinha se comparada com o arcano, mas ainda assim alcançava o topo da cabeça dele. - Como anda por esse dia maravilhosamente agradável e fresco?

UM DIA COM IFRIT SOLTO NUNCA VAI SER AGRADÁVEL AQUI NO QG!

ronan-erudon-canaban:

Levantou-se da cama ainda com um pouco de dor de cabeça. Tinha os olhos semi-cerrados para que pouca luz os adentrasse e piorasse sua situação. Caminhou quase se arrastando até o corredor, pensando em descer para tomar um pouco de água. A ressaca estava sendo amarga, embora não fosse nem de longe a pior de sua vida. Não sentia muita fome, mas a sede já era grande. Ronan caminhava se apoiando na parede.

Droga de dor de cabeça…

Depois de procrastinar no quarto e enrolar horrores pra tirar a maquiagem, a ruiva finalmente foi pro banheiro com uma muda de roupas; tinha alguns planos do que fazer naqueles dias insuportáveis e quentes.

Porque a Arme decidiu deixar Ifrit livre e transformar Vermécia no Desfiladeiro Incandescente. 눈_눈

Rosnou e desceu as escadas do segundo andar, avançando a passos preguiçosos até a cozinha, onde pegou um copo de água e bebeu-o com calma, procurando aproveitar mais daquela água geladinha.

ask-lin-gc:

1111111 by 34B35E

… Viado.

Que… Sono…

Jogou-se na cama de vestido e tudo, atirando o adereço do cabelo em algum canto do quarto. Estava um dia quente, e o sono dominava o corpo cansado da espadachim; tudo que desejava eram horas de descanso… Sem precisar levantar-se da cama, obviamente.

- Hmmm… - Grunhiu preguiçosa e tirou as luvas, e em seguida os sapatos e as meias para novamente atirá-los em algum canto do quarto, depois arrumaria a bagunça; despiu-se do vestido e enfiou-se embaixo dos lençóis da cama, fechando os olhos para dormir, pouco se importando com a maquiagem ainda no rosto. Queria é dormir mesmo.

ask-lin-gc:

by KUA

Palavras ao vento.

Bufou, irritada, enquanto virava o resto da bebida na boca; estava estressada e aquela coisa conseguia amenizar a um nível surpreendente o stress que aumentava de acordo que a conversa avançava para territórios incômodos. Como sabia que seria ignorada mais uma vez por ambos os canabanenses, preferiu manter-se em silêncio.

Por sí, responderia novamente o moreno, mas pode perceber a ruiva. Ela realmente não estava feliz com a situação. Apenas permaneceu em silêncio, buscando trazer um pouco de paz para sí e para a espadachim. E onde estava você, óh imortal herói, quando seu reino precisou? Pensava sozinho. O fato de ele parecer ignorar meio discurso do arcano não agradava. Apenas encostou-se novamente em um canto,  e ficou em silêncio, observando de canto de olho a ruiva.

Não vale a pena… Não quero deixar ela mais irritada.

O clima confortável havia desaparecido há muito, para ser sincero, do momento em que o outro havia chegado tropeçando em seus próprios pés. Assim, tendo a conversa como findada, ele também se calou, não vendo mais nada a se falar. Ao menos agora poderia ficar quieto sem que soasse estranho.

O vento voltou a o arrepiar, batendo contra sua nuca frio. Ali, naquela sacada, o clima estava realmente gelado. Suspirou e voltou seus olhos para o leste, vendo que, bem devagar, a luz surgia, dando espaço para um novo dia. A festa, lá embaixo, já deveria ter acabado nessas alturas, concluiu.

-Acho que devíamos voltar para o QG. - Ele comentou, rompendo o silêncio. - A festa já acabou e o ânimo de todos nós também. 

A espadachim assentiu com a cabeça assim que o imortal falara; passou o tempo em silêncio, e manteria aquele silêncio se fosse por ela. Simplesmente bocejou e tropeçou alguns passos para sair da sacada, balançando levemente a cabeça com o intuito de afastar o sono. Passaram a noite inteira acordados, era de se esperar que a ruiva estivesse com sono.

Ouviu cada palavra de ambos, sem ter muito o que dizer. O que a ruiva disse representava bem o que sentia, e o que falou da discussão o fez se tocar de como aquilo estava ridículo. -Você tem razão… -Disse, sem expressar quem tinha esta tal razão. -Elesis, me desculpe por isso. -Abaixou a cabeça, uma parte pela embriagues e outra pela própria vergonha. -Ercnard, eu não posso dizer que quis o que aconteceu. -Suspirou profundamente. Cada palavra do imortal parecia um violento soco. -Eu realmente era o braço direito da rainha. Eu realmente não percebi o que estava acontecendo. Eu manchei os campos de Vermécia com sangue, e a bandeira de nossa pátria junto. -Admitir aquilo doía. Choraria se estivesse mais bêbado. -Cazeaje bolou um plano muito bem articulado, prevendo cada passo e movimento de cada soldado que pudesse intervir em seus planos. Eu, sendo da guarda real, fui incluído nisto… É realmente uma desgraça sem tamanho… Mas não havia o que se fazer.

Tomou fôlego para levantar a cabeça. -Depois do assassinato do Rei, todas as vezes que pude testemunhar a dor da rainha e do reino, eu quase podia sentir todas aquelas vozes dizendo que eu era o culpado, mas eu consegui me manter de pé até hoje por que sei que eu teria salvo toda Canaban e morrido por ela, se tivesse essa chance. -Foi até a beira da sacada, apoiando-se no para-peito. Suspirou profundamente, voltando seu olhar para a lua. -A pior parte de acordar todos os dias com essa culpa, é que mesmo sabendo que não poderia evitar, EU me responsabilizo por isso… Apenas para deixar muito clara a verdade para vocês: Eu não sou apenas mais um nobre arrogante, antiquado e mente fechada. Eu percebi todos os erros que cometi e que toda guarda real cometeu. Foi por isto que fui aos campos de batalha.

-Virou-se para os dois. -Fala como se eu realmente fosse um deles, mas eu não sou. Quando me envolvi diretamente, eu corria realmente um perigo real, mas a morte poderia ser um alívio para esse soldado amargurado naquele momento. Eu senti vergonha a cada passo que dei, mesmo tentando participar dos sacrifícios do reino. Eu preciso admitir que qualquer soldado que lutou e morreu durante a guerra merecia muito mais do que eu consegui, mas eu não posso fazer nada pelos que já se foram e é ai que esta o ponto. -Fechou os olhos, buscando algum ponto de Harmonia naquele momento. -Quando eu encontrei a Grand Chase, vi uma oportunidade de me redimir diante dos meus próprios conceitos e talvez poder trazer a honra que perdi de volta a meu reino… Eu posso ter cometido muitos erros, mas todas as vezes que pronunciei sobre a Honra de Canaban foi para redimir o meu maior erro. Eu corri risco real durante todo o tempo que passei em nossa jornada e acredito que tenha sido a única coisa decente que fiz em minha vida.

Naquele momento, inclinou um pouco a cabeça e abriu os olhos, fitando os dois sem nem uma mínima ponta de desprezo. -Podem dizer ou pensar o que quiserem de mim, mas a única coisa que eu peço é que não desmereçam meu esforço; a única coisa que me orgulho até hoje. Eu lutei ao lado de vocês enquanto pude, e quero que se lembrem disto. Também se lembrem de que aqueles nobres só estão lá agora por que nós possibilitamos isto. Este baile não é uma reunião para nobres esnobes que só pensam em bem materiais, ainda que seja a maior parte dos participantes; é uma comemoração ao NOSSO esforço. -Voltou a fechar os olhos e suspirou fundo. -O que passou já se foi e eu não posso mudar o passado… É só.

-Eu não posso concordar com você. Entendo que tenha usado nosso grupo para se redimir e até acho muito honrado de sua parte tentar se superar, mas mantenho minha posição. O que aconteceu, aconteceu: Você, tanto quanto Cazeaje, é sim culpado por tudo isso. - Falou de súbito, assim que ele terminou. - E a reunião aqui hoje não é para comemorar nosso esforço, é para tampar o buraco que você, sobre os mandos e desmandos daquela bruxa, causou em todo o continente. Assim como todo o resto da Grand Chase em si.

Sieghart engoliu a saliva, estava bravo com tudo aquilo, com razão, e ouvir um sermãozinho de quinta sobre o quanto ele se sentia culpado? Por favor, ele devia se sentir culpado. Era, de fato, culpa dele.

Enfim, anuviou a expressão, tentando ouvir sua própria razão antes de atirar o outro de cima daquela sacada - também, havia demorado muito para que a ruiva estivesse menos chateada consigo pelas coisas que falara. Mas existia um problema na família que se chamava sangue quente. E não queria que ela ficasse, novamente, brava com ele por falar as coisas, para variar, sem pensar.

-É uma pena, realmente, ver uma criança como você que quer, tenta com todas as forças, pertencer ao nosso mundo. Acho muito digno de sua parte, até porque você diz compreender nossos sentimentos, diz saber do nosso ponto de vista… - Ele falou, tempos depois, tentando manter a diplomacia e esconder toda a raiva que sentia. - Mas fazer o que faz não vai redimir seu passado. Conviver com seu fardo não é mais que sua obrigação. Você escolheu fazer o que fez, diferente de Lass, - Dessa vez indicava para a ruiva. - que não tinha consciência alguma de toda a situação, de quem era ou de seu passado.Você deve se lembrar bem disso, foi você quem me contou. - Olhava para ela, explicando seu ponto de vista, depois sorriu breve e continuou, voltando o olhar sério para o arcano. - Mas você vem da mesma família que ela, Cazeaje. Você possui magia e sabe controlá-la. Ronan, você tinha tudo para evitá-la, conhecimento, vontade. Mas você preferiu seguir as ordens dela até que, ao ponto que ela tentou dominar seu corpo você percebeu quem era.

Então negou. Claro que conhecia a história, no século que resolvia se afastar de Vermécia todos resolviam destruí-la. - É uma pena o que aconteceu, mas não tente se eximir de seus erros. A vida não é justa para ninguém moleque, acostume-se com isso. - Depois suspirou. - E a única coisa que você pode se orgulhar de verdade de toda essa situação é que, graças ao seu erro, a Grand Chase foi criada. 

Palavras ao vento.

Bufou, irritada, enquanto virava o resto da bebida na boca; estava estressada e aquela coisa conseguia amenizar a um nível surpreendente o stress que aumentava de acordo que a conversa avançava para territórios incômodos. Como sabia que seria ignorada mais uma vez por ambos os canabanenses, preferiu manter-se em silêncio.

Engoliu saliva a seco e arrumou-se na sacada, tomando mais um gole de vinho para molhar a boca razoavelmente seca. Os gracejos estavam começando a constrangê-la; não se acostumara nem um pouco com a ideia de receber elogios por estar bela, ou ficando mais bela.

O campo de batalha é duro e banhado em sangue. Uma pessoa sem resistência mental não aguentaria passar muito tempo com os pés na terra batida e as mãos mergulhadas em sangue.

Rodou a taça na mão, vendo a bebida escarlate brilhar de forma interessante com a luz do luar banhando-lhe de forma sutil; os olhos e cabelos da ruiva tinham certo brilho escarlate também, embora mais vermelho que o da bebida.

O q-

Arrepiou-se brevemente com a mão do gladiador tocando-lhe no cabelo; o toque dava puxadinhas agradáveis. Se fosse um gato estaria ronronando naquele momento, mas graças as deusas a ruiva não era um gato. Simplesmente manteve-se em silêncio enquanto ouvia as palavras do moreno. Eram palavras tensas, ainda mais quando se tinha um nobre perto deles, e esse nobre tinha postado-se como uma pessoa tão boa e útil. - Mas Sieghart, não estamos generalizando…? - Perguntou-lhe, voltando o olhar escarlate para a face do mesmo.

-Alguns nobres também vão ao campo de batalha e passam os horrores da guerra.-Murmurou. -Está com raiva de mim, Sieghart? Sabe que não tem motivo para isto, não é? Eu participei de grandes batalhas com a Grand Chase, embora não sejam tantas quanto você. -Fitava-o com o canto dos olhos, recostado na parede.

Aquela conversa começava a ficar incômoda. Alias, será que a ruiva compartilharia da mesma opinião?

Ele fitou a ruiva de volta, mergulhando nos vermelhos dos olhos dela. - Desculpe, você tem razão. Estou generalizando. Mas posso dar, com certeza, essa opinião sobre os que conheci. - Ele continuou fazendo o carinho, ouvindo o murmúrio e as falas do outro canabanense logo depois. - Você achou que pertencia aos campos de batalha, Erudon. Você não nasceu pra isso. E foi você, também, o responsável por manchar o nome de nossa pátria. Não era você o braço direito da rainha quando ela estava possuída por Cazeaje? - A fala parou, a expressão dele tensionou um tanto. Ronan era culpado por aquilo. Era claro o desgosto do herói quando se lembrava da situação. - Não foi você o nobre quem achou que deveria descer de seu patamar e seguir ordens, quando não pode, nem mesmo, notar que nossa rainha estava nas garras daquela bruxa? Onde estava você quando Cazeaje assassinou nosso rei? Você dizia pertencer a guarda real. - Incriminou-o.

Depois limpou a garganta. - Desculpe, isso não é assunto para aqui ou agora. - E fez uma menção com a mão, como se findasse o assunto. - Não concordo com a posição dos nobres no salão, isso é tudo. - Falou.- E estar em um mesmo ambiente que eles enquanto eles proclamam ser os responsáveis pela paz é um insulto a tudo que fazemos, apenas. - Voltou a fazer o carinho nos cabelos ruivos, ele parecia se divertir mais com aquilo. As palavras ácidas saíram sem controle, ele estava em um ambiente de pressão, e quando deu por si falara toda a posição que tinha quanto ao draconiano. Quase se arrependeria se o canabanense soubesse de seu lugar quando Sieghart o chamou a atenção.

São palavras duras demais, nem tudo é o que vemos…

A ruiva suspirou, baixando o olhar para a taça com o líquido escarlate. Não queria fazer parte daquela discussão, ainda mais quando ambos os canabanenses estavam em Serdin rodeados de nobres que poderiam ter algum ressentimento. Território bem perigoso.

Arme… Não vi mais você, sua tampinha chata.

Pensou ao descolar o olhar pelas ruas iluminadas, bebericando mais um gole da bebida alcoólica. Felizmente não ficaria bêbada só com aquilo; provavelmente só um pouco embriagada. - Meu pai sumiu enquanto enfrentava as malditas forças de Cazeaje. - Murmurou em um tom razoavelmente sombrio, rodando a taça em mãos. - Muitos desses nobres que estão no salão reclamam de perdas materiais, e não de perdas humanas. Nem todos são ruins, e os que obedeceram ordens de Cazeaje eu acredito que tenham o feito sobre a influência da podridão da magia dela. Lembrem-se do Lass, e parem de ficar se alfinetando feito duas velhas imbecis.