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Assim que o outro copo chegou, a ruiva bebericou-o e tomou grandes goladas, apreciando o gostinho doce que vinha junto do álcool. Não notava, mas estava com as bochechas rosadas, além de uma quentura repentina no corpo. Estava relaxada, e a habilidade natural com o fogo levemente alterada. - Siiiiieghart… Tá quente. - Fez um bico com os lábios e abanou-se brevemente, pondo o copo de bebida na mesa para depositar os braços e pousar a cabeça sobre eles. Em momento algum desviava os olhos dos do moreno.

Sieghart deu o gole final de sua bebida e conforme o garçom vinha entregar a bebida da ruiva, ele próprio pediu a próxima. Os movimentos súbitos dela foram captadas por seu campo de visão e ele virou-se para ela, erguendo uma sobrancelha. - Você pode sempre tirar a roupa. - Ele brincou, achando que ela não o levaria à sério - na verdade, provavelmente o recriminaria, como sempre. Riu depois e notou que ela, aos poucos, era afetada pela bebida. - Oh, quer dizer que a ruivinha já está contente. - Riu, mais uma vez, aceitando a próxima caneca quando lhe foi ofertado.

-Podemos ir lá fora, se quiser, mas sempre acho que o calorzinho é muito bom. - Falou. - Qualquer coisa eu deixo você na geada para esfriar. - E riu mais uma vez.

Franziu o cenho e fez um leve bico com os lábios, pensando no que o imortal falara. Tirar a roupa… não parecia ser uma ideia ruim. E o imortal estava certo com a ideia do hidromel… É, na mente alcoolizada da ruiva, não havia problema algum tirar a roupa, afinal, algumas mulheres andavam praticamente nuas pela rua.

E o melhor da vida se faz sem roupas, pelo que vivem falando…

Deu de ombros e tirou o híbrido de vestido com sobretudo, passando, logo em seguida, para as meias longas. - Não quero ir pra lá… tá cheio de pirralho… - Resmungou, não notando alguns olhares de espanto ou devoradores que lançavam para si.

O imortal quase cuspiu o hidromel que tomava. Uma parte de si queria que ela continuasse, o problema é que ele queria só para ele. Tomou fôlego antes de impedi-la. - Era uma brincadeira ruiva, se vai tirar a roupa é melhor irmos para algum lugar mais privado. - Falou com certo remorso. Realmente queria que ela continuasse, ao mesmo tempo que bastou uma mísera olhada ao redor para sentir a vontade de queimar todos os infelizes ao redor. - O que pode ser arranjado, claro. - No final das contas deu apenas um sorriso malicioso, que foi escondido pela caneca que tomava.

Deu uma rápida olhada nos ombros desnudos dela, acentuando ainda mais o colo, e o hidromel pareceu quase entalar em sua garganta, viscoso. Engoliu em seco depois, quase suspirando. - Concordo com você, não estou com muito ânimo para pirralhos no momento. - Falou, olhando para fora, onde a geada começava a cair. Não entendia de onde vinha o calor da ruiva senão de sua própria desregularidade. - Quer que eu arranje um lugar mais fresco? Vai ver é a lareira que ascenderam ainda agora. - Terminou o pensamento de antes.

Quase não se sentia culpado senão pelo fato de estar insinuando levá-la para um local “privado”. Suspirou. Por mais que tentasse conter seus instintos, era homem. E não era o mais santo de todos.

- Nãaaao… Aqui me agrada. - Respondeu, franzindo o cenho novamente; abriram a porta e uma lufada de ar frio invadiu o local, fazendo com que a ruiva se vestisse novamente. Até que o fogo estava mais controlado… mas ainda assim, sentia certa falta de controle da habilidade. - Maaaas… Acho que ir pra um lugar mais distante desse fogaréuzinho deve ser melhor… - Comentou com o moreno, tomando o copo em mãos… Só para ver a bebida borbulhar levemente. Resmungou algumas pragas para sabe-se lá qual diabo estava fazendo-a ter aqueles problemas e depositou o copo na mesa, voltando o olhar para uma das janelas. - Não quero ir pra um quarto… É fechado e deve ser bem mais abafado. Tão inconveniente quanto andar na neve com pirralhos correndo de um lado para o outro.

O melhor se faz sem roupas… Hmmm… Então é melhor fazer as coisas sem roupas? Qual a lógica nisso? E por que nós usamos roupas? Só servem pra enfeitar e incomodar.

A mente da espadachim divagava longe daquele local, pensando em coisas bastante triviais.

Ele bebeu de seu próprio copo notando o quanto a ruiva havia gostado da bebida. A noite prometia daquela maneira. Olhou envolta, vendo que já acendiam as lareiras pelo fim da tarde, o frio começava a se espalhar e pessoas entravam pelas portas da taberna.

Suspirou com uma preguiça contente. Era um tempo por demais agradável e, ainda por cima, estava em boa companhia em um ambiente onde todos celebravam contentes. Sieghart gostava de ver a felicidade contínua dos mortais. Ele gostava de se lembrar quando era tão jovem e tão sem preocupações quanto todos eles.

Deu mais um gole, sem perceber que aos poucos a bebida acabava e os pensamentos viajavam. 

Assim que o outro copo chegou, a ruiva bebericou-o e tomou grandes goladas, apreciando o gostinho doce que vinha junto do álcool. Não notava, mas estava com as bochechas rosadas, além de uma quentura repentina no corpo. Estava relaxada, e a habilidade natural com o fogo levemente alterada. - Siiiiieghart… Tá quente. - Fez um bico com os lábios e abanou-se brevemente, pondo o copo de bebida na mesa para depositar os braços e pousar a cabeça sobre eles. Em momento algum desviava os olhos dos do moreno.

Sieghart deu o gole final de sua bebida e conforme o garçom vinha entregar a bebida da ruiva, ele próprio pediu a próxima. Os movimentos súbitos dela foram captadas por seu campo de visão e ele virou-se para ela, erguendo uma sobrancelha. - Você pode sempre tirar a roupa. - Ele brincou, achando que ela não o levaria à sério - na verdade, provavelmente o recriminaria, como sempre. Riu depois e notou que ela, aos poucos, era afetada pela bebida. - Oh, quer dizer que a ruivinha já está contente. - Riu, mais uma vez, aceitando a próxima caneca quando lhe foi ofertado.

-Podemos ir lá fora, se quiser, mas sempre acho que o calorzinho é muito bom. - Falou. - Qualquer coisa eu deixo você na geada para esfriar. - E riu mais uma vez.

Franziu o cenho e fez um leve bico com os lábios, pensando no que o imortal falara. Tirar a roupa… não parecia ser uma ideia ruim. E o imortal estava certo com a ideia do hidromel… É, na mente alcoolizada da ruiva, não havia problema algum tirar a roupa, afinal, algumas mulheres andavam praticamente nuas pela rua.

E o melhor da vida se faz sem roupas, pelo que vivem falando…

Deu de ombros e tirou o híbrido de vestido com sobretudo, passando, logo em seguida, para as meias longas. - Não quero ir pra lá… tá cheio de pirralho… - Resmungou, não notando alguns olhares de espanto ou devoradores que lançavam para si.

Bebericando a bebida, descobriu que aquela coisa era até agradável; o gostinho do álcool dava um toque final bem curioso ao sabor, o que fez a ruivinha tomar um tantinho mais para curtir o gostinho. Revirou os olhos e cruzou as pernas ao ouvir o comentário idiota do moreno idiota, simplesmente ignorando-o. Não se estressaria enquanto tomava uma coisa tão docinha.

Isso é até gostoso…

Pensou, bebendo um tantinho mais da bebida. Estava bebendo com certa rapidez, o gosto estava agradável, no fim das contas.

Pensou em avisar do doce que inibia a percepção de quanto alcool ela havia bebido, mas preferiu deixá-la se divertir. Eram poucos momentos que ela tinha assim, de qualquer maneira, e ele cuidaria dela se algo acontecesse. Deu mais um gole em sua própria caneca alta, indicada para a bebida. - Então ruiva, o que achou? - Por fim perguntou, tentando findar o silêncio da mesa que os envolvia, enquanto o resto da taberna parecia em polvorosa.

- É doce. - Falou por fim, após deixar o imortal em um breve tempo de silêncio. Aquela bebida era agradável! Nem parecia ser tão forte assim! Talvez… tivesse errado com aquela coisa que comprara no festival. É claro! Essa era a justificativa! Com a bebida certa, não ficaria tão grogue!

E… o Sieghart está aqui. Qualquer coisa ele me segura. No fim das contas, só um Sieghart segura um Sieghart.

Deu um sorrisinho de canto e virou o resto da bebida, bebendo-a em questão de pouco tempo. Mas… Era uma pena não beber mais daquilo tão docinho… E foi com esse pensamento que a espadachim pediu mais um copo da bebida.

Ele bebeu de seu próprio copo notando o quanto a ruiva havia gostado da bebida. A noite prometia daquela maneira. Olhou envolta, vendo que já acendiam as lareiras pelo fim da tarde, o frio começava a se espalhar e pessoas entravam pelas portas da taberna.

Suspirou com uma preguiça contente. Era um tempo por demais agradável e, ainda por cima, estava em boa companhia em um ambiente onde todos celebravam contentes. Sieghart gostava de ver a felicidade contínua dos mortais. Ele gostava de se lembrar quando era tão jovem e tão sem preocupações quanto todos eles.

Deu mais um gole, sem perceber que aos poucos a bebida acabava e os pensamentos viajavam. 

Assim que o outro copo chegou, a ruiva bebericou-o e tomou grandes goladas, apreciando o gostinho doce que vinha junto do álcool. Não notava, mas estava com as bochechas rosadas, além de uma quentura repentina no corpo. Estava relaxada, e a habilidade natural com o fogo levemente alterada. - Siiiiieghart… Tá quente. - Fez um bico com os lábios e abanou-se brevemente, pondo o copo de bebida na mesa para depositar os braços e pousar a cabeça sobre eles. Em momento algum desviava os olhos dos do moreno.

immortal-sieghart:

Hidromel… Será que eu consigo tomar…?

Passou algum tempinho pensativa, pensando até demais; a mente estava completamente focada na indagação, afinal, a ruiva não tinha muita confiança na própria resistência com bebidas.

GAAAAAAH! O QUE EU FAÇO?! EU JÁ PEDI A BEBIDA E NÃO POSSO PASSAR POR FRACA!

Grunhiu baixinho, e deu um pulo ao notar que o imortal tentava falar consigo. Deu um risinho sem graça e coçou a nuca, puxando o moreno pelo pulso para sentarem-se em alguma mesa no canto. - O que estava falando mesmo? Estava pensando em uma coisa. - E assim que acomodou-se, as bebidas chegaram; claro, a ruivinha engoliu em seco, apenas bebericando da bebida doce.

O moreno sorriu de leve quando ela perguntou, entendendo o silêncio repentino. - Perguntei se a ruivinha ia aguentar tomar esse hidromel. - Riu. - E também perguntei que vestido vai usar no casamento. - Brincou, apenas adicionando por adicionar. Quando as bebidas chegaram ele tomou um gole normal, apreciando o doce que escondia parte do álcool. Também apreciava tomar alguma coisa líquida - tinha bastante sede.

-Acho que você vai gostar, ao menos é doce. - Ele falou finalmente, voltando a descansar a caneca no balcão.

Bebericando a bebida, descobriu que aquela coisa era até agradável; o gostinho do álcool dava um toque final bem curioso ao sabor, o que fez a ruivinha tomar um tantinho mais para curtir o gostinho. Revirou os olhos e cruzou as pernas ao ouvir o comentário idiota do moreno idiota, simplesmente ignorando-o. Não se estressaria enquanto tomava uma coisa tão docinha.

Isso é até gostoso…

Pensou, bebendo um tantinho mais da bebida. Estava bebendo com certa rapidez, o gosto estava agradável, no fim das contas.

Pensou em avisar do doce que inibia a percepção de quanto alcool ela havia bebido, mas preferiu deixá-la se divertir. Eram poucos momentos que ela tinha assim, de qualquer maneira, e ele cuidaria dela se algo acontecesse. Deu mais um gole em sua própria caneca alta, indicada para a bebida. - Então ruiva, o que achou? - Por fim perguntou, tentando findar o silêncio da mesa que os envolvia, enquanto o resto da taberna parecia em polvorosa.

- É doce. - Falou por fim, após deixar o imortal em um breve tempo de silêncio. Aquela bebida era agradável! Nem parecia ser tão forte assim! Talvez… tivesse errado com aquela coisa que comprara no festival. É claro! Essa era a justificativa! Com a bebida certa, não ficaria tão grogue!

E… o Sieghart está aqui. Qualquer coisa ele me segura. No fim das contas, só um Sieghart segura um Sieghart.

Deu um sorrisinho de canto e virou o resto da bebida, bebendo-a em questão de pouco tempo. Mas… Era uma pena não beber mais daquilo tão docinho… E foi com esse pensamento que a espadachim pediu mais um copo da bebida.

Sieghart suspirou, apenas esperando pela resposta dela.

Hidromel… Será que eu consigo tomar…?

Passou algum tempinho pensativa, pensando até demais; a mente estava completamente focada na indagação, afinal, a ruiva não tinha muita confiança na própria resistência com bebidas.

GAAAAAAH! O QUE EU FAÇO?! EU JÁ PEDI A BEBIDA E NÃO POSSO PASSAR POR FRACA!

Grunhiu baixinho, e deu um pulo ao notar que o imortal tentava falar consigo. Deu um risinho sem graça e coçou a nuca, puxando o moreno pelo pulso para sentarem-se em alguma mesa no canto. - O que estava falando mesmo? Estava pensando em uma coisa. - E assim que acomodou-se, as bebidas chegaram; claro, a ruivinha engoliu em seco, apenas bebericando da bebida doce.

O moreno sorriu de leve quando ela perguntou, entendendo o silêncio repentino. - Perguntei se a ruivinha ia aguentar tomar esse hidromel. - Riu. - E também perguntei que vestido vai usar no casamento. - Brincou, apenas adicionando por adicionar. Quando as bebidas chegaram ele tomou um gole normal, apreciando o doce que escondia parte do álcool. Também apreciava tomar alguma coisa líquida - tinha bastante sede.

-Acho que você vai gostar, ao menos é doce. - Ele falou finalmente, voltando a descansar a caneca no balcão.

Bebericando a bebida, descobriu que aquela coisa era até agradável; o gostinho do álcool dava um toque final bem curioso ao sabor, o que fez a ruivinha tomar um tantinho mais para curtir o gostinho. Revirou os olhos e cruzou as pernas ao ouvir o comentário idiota do moreno idiota, simplesmente ignorando-o. Não se estressaria enquanto tomava uma coisa tão docinha.

Isso é até gostoso…

Pensou, bebendo um tantinho mais da bebida. Estava bebendo com certa rapidez, o gosto estava agradável, no fim das contas.

Rosnou mais ainda ao ter a cintura envolvida, mas faria o quê?! Estava complicado até demais de andar em Canaban! Com a visão periférica, viu várias pessoas observando-os, e simplesmente bufou.

Bando de sem o que fazer.

Cruzou os braços e empinou levemente o nariz, até o moreno perguntar-lhe sobre a bebida. Nossa, não fazia ideia do que pedir, além de bebidas com algum teor alcoólico, ou água. - … Hidromel também. - Respondeu, tirando a mão do imortal —que jazia na cintura— com certa brutalidade.

 Ele soltou uma exclamação de surpresa, baixa, apenas porque tinha completamente esquecido a mão na cintura da Elesis. Na verdade havia ficado entretido com outras coisas e acabara esquecendo. - Desculpe ruiva.  - Foi tudo o que falou, depois se aproximou de uma das mesas que vagava, sentando-se enquanto uma das garçonetes limpava os resquícios dos últimos que estivera lá.

-Mas a ruivinha vai dar conta de tomar hidromel? - Ele perguntou brincando, denotando que era uma bebida forte - e realmente o era.

Sieghart suspirou, apenas esperando pela resposta dela.

Hidromel… Será que eu consigo tomar…?

Passou algum tempinho pensativa, pensando até demais; a mente estava completamente focada na indagação, afinal, a ruiva não tinha muita confiança na própria resistência com bebidas.

GAAAAAAH! O QUE EU FAÇO?! EU JÁ PEDI A BEBIDA E NÃO POSSO PASSAR POR FRACA!

Grunhiu baixinho, e deu um pulo ao notar que o imortal tentava falar consigo. Deu um risinho sem graça e coçou a nuca, puxando o moreno pelo pulso para sentarem-se em alguma mesa no canto. - O que estava falando mesmo? Estava pensando em uma coisa. - E assim que acomodou-se, as bebidas chegaram; claro, a ruivinha engoliu em seco, apenas bebericando da bebida doce.

Caminhou pela viela, desviando de poucas pessoas e garantiu que ela ainda o seguia. Adiante, nela, achou uma das poucas tavernas que não parecia tão cheia. Sorriu. - Que tal essa? - Perguntou.

Voltou o olhar para a taberna que o imortal apontara, dando de ombros quase que de imediato. - Pode ser, se tiver alguma coisa boa pra beber… - Comentou, descontraída, e tomou a dianteira para adentrar a taberna… Mas um grupo de pirralhos passou correndo, frustrando a tentativa.

ISSO NÃO É JUSTO!

Rosnou, cerrando as mãos em punho para controlar o pequeno ódio que sentira daqueles pivetes encrenqueiros. Como queria arrancar algumas cabeças…

Riu ao vê-la sem conseguir entrar na taberna e tudo o que fez foi envolver sua cintura, trazendo-a junto consigo para dentro do recinto. O estalajadeiro veio oferecer-lhes comidas, bebidas e quartos de imediato. O moreno negou a maioria senão as bebidas. - O que vai tomar Elesis? - Perguntou à líder, o dono do local esfregou as mãos no avental esperando pelo pedido.

O moreno acabou pedindo por um pouco de hidromel, como eles chamavam, mas não deixava de ser uma cachaça com mel, bem doce. 

Rosnou mais ainda ao ter a cintura envolvida, mas faria o quê?! Estava complicado até demais de andar em Canaban! Com a visão periférica, viu várias pessoas observando-os, e simplesmente bufou.

Bando de sem o que fazer.

Cruzou os braços e empinou levemente o nariz, até o moreno perguntar-lhe sobre a bebida. Nossa, não fazia ideia do que pedir, além de bebidas com algum teor alcoólico, ou água. - … Hidromel também. - Respondeu, tirando a mão do imortal —que jazia na cintura— com certa brutalidade.

Parou de súbito ao ouvir o imortal pronunciar-se, cerrando as mãos em punho; estava controlando-se para não dar um piti ali no meio do movimento, no meio de Canaban. O acidente fora razoavelmente recente, e não seria uma boa ousar da liberdade vigida que adquirira após a missão. - Não sei,…

Caminhou pela viela, desviando de poucas pessoas e garantiu que ela ainda o seguia. Adiante, nela, achou uma das poucas tavernas que não parecia tão cheia. Sorriu. - Que tal essa? - Perguntou.

Voltou o olhar para a taberna que o imortal apontara, dando de ombros quase que de imediato. - Pode ser, se tiver alguma coisa boa pra beber… - Comentou, descontraída, e tomou a dianteira para adentrar a taberna… Mas um grupo de pirralhos passou correndo, frustrando a tentativa.

ISSO NÃO É JUSTO!

Rosnou, cerrando as mãos em punho para controlar o pequeno ódio que sentira daqueles pivetes encrenqueiros. Como queria arrancar algumas cabeças…

Ela afastou-se quase que imediatamente, quando se postou a andar simplesmente soltou um tsc, baixo, e seguiu-a rua abaixo. Adiantou poucos passos, apenas para alcançá-la e fazer-se ouvir. - Se continuar andando reto, assim, vai acabar dando de cara com uma das muralhas do reino. - Ele brincou. - Para onde está indo, ruiva?

Parou de súbito ao ouvir o imortal pronunciar-se, cerrando as mãos em punho; estava controlando-se para não dar um piti ali no meio do movimento, no meio de Canaban. O acidente fora razoavelmente recente, e não seria uma boa ousar da liberdade vigida que adquirira após a missão. - Não sei, mas acho que estava indo para uma das muralhas. - Falou com um bico evidente nos lábios, virando-se para o imortal. - E você, tem alguma ideia boa, senhor eu sou sexy e gostoso?- Claro, falara aquilo na intenção de brincar e tirar uma com a cara do moreno, passando bem longe da categoria “elogios voluntários”.

-Eu sei que sou sexy e sei que sou gostoso, pode me lembrar a vontade. - Ele sorriu e levou uma das mãos ao maxilar, coçando-o de leve, e depois olhou ao redor. De fato não havia muito o que se fazer no momento.Podemos beber alguma coisa para passar o tempo. - Falou. - Ou achar os outros que deveriam estar por aqui. - Ponderou então. - Ou podemos tentar roubar nesse tal de evento das máscaras e tentar descobrir de antemão quem estará com as coloridas, isso com certeza nos daria uma vantagem. - O imortal parecia uma criança bolando seu péssimo plano de como pegar a bola de cima da árvore.

- Não fique se achando, idiota. - Resmungou, cruzando os braços enquanto voltava o olhar para o convencido imortal. Era fazer um elogio e ter o braço arrancado!

… Que tipo de ideias são essas?

Ficou com um evidente chilique no olho esquerdo enquanto ouvia as ideias do imortal; parecia até uma criança planejando o dia. A ideia das máscaras tentou bastante a ruiva, e a mesma acabou por fazer a escolha mais sensata: - Vamos tomar alguma coisa, primeiro. Depois vemos o resto do dia. 

Entendedores entenderão